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O MUNDO DOS ESPÍRITO

Se um dia acreditastes que o espírito é fumaça, corpo etéreo, despido de orgãos, feito de substancias que poderão ser originadas do protoplasma, sem consistencia, sem massa, não creas em tudo que hajas lido ou ouvido. O espirito é um ser como tu, como eu, ou como ele. Nós somos espiritos e não somos fantasmas, assombrações, criações da imaginação popular pelo medo, pelo pavor que tem do espirito, como o sobrenatural, surgindo a meia-noite arrastando pesadas correntes por corredores de casas mal assombradas. Isso são estórias nada mais. Contos bem ao gosto dos que zombam dessas coisas. Eu sou espírito, nome dado ao ser da dimensão imponderavel, minha dimensão, de onde vim para este mundo de maldades e hipocrisias. Sou espírito sim senhor, e possuo na minha estrutura orgânica todos os orgãos deste corpo físico. Se eu não os possuisse, o corpo físico não poderia existir tal como é. O meu contrário é o corpo que nasceu de mim. Eu, como espírito, tenho meu sistema de percepção localizado no corpo material dividido em cinco pontos sensíveis á dimensão física: visão, audição, tato, olfato, e paladar. Como espírito, sem corpo físico, meu sistema perceptivo se potencializa, aumenta muito. minha visão atínge a quilômetros de distancia assim como minha audição e o olfato. O paladar se restringe as substâncias utilizadas pelo espírito para manter ativo seu sistema orgânico. O tato ainda é ativado no espírito sem o que ele não perceberia outro. os espíritos desmaterializados e que vivem próximos dos humanos ligam-se pela identidade de seus sistemas organicos sensitivos. O humano morre e simultaneamente passa a viver no mundo dos espíritos porque existe uma conectividade fortíssima que os mantem justapostos e interpenetrados. É como se tu saisse da sala entrando no quarto. Não há diferença nas imagens e nem na forma que se mantem as mesmas do meio onde tu viveu na terra. Tudo o que pertence ao corpo fica nele. Tu somente leva o que pertence ao espírito por que te serão uteis na vida de relação naquela dimensão. Assim como precisas dos elementos de composição orgânica necessarios ao teu corpo o espirito precisa dos seus. E tudo é rigorosamente igual. O espirito alimenta-se de alguma coisa que eu não sei precisar, não conheço. Alguns dizem que é o fluido vital que anima tudo o que vive, desde os astros até ao verme rastejante. Penso que esse elemento do espírito é pura energia que pode tomar a forma de alimentos que mais te agradavam ao paladar quando deles te alimentavas fisicamente. Tudo lá é, repito, rigorosamente igual a tudo que existe na terra e a unica diferença, e muito importante, é, a densidade, a consistência do corpo do espírito. Ela existe , é real e é palpável entre espíritos. Teu pai morreu há doze anos, agora estás para morrer vitimado por esse cancer violento. Quando expiráres, se fizeres a passagem pela porta da sala para o quarto, como disse a pouco, de forma lúcida e atenta, o primeiro espírito que verás será o teu pai, e dele receberás um afetuoso abraço te dando as boas vindas. Porém se a doença te debilitar muito, moralmente, terás que ser hospitalizado sendo conduzido para ele imediatamente após a morte do teu corpo, por outros espíritos especialistas nesse atendimento de urgência tal qual como aqui, que digo, muitíssimo melhor do que aqui.Certamente te perguntarás, como pode ser isso? É facil te responder: Lá é a real, a verdadeira vida inextinguível por processos semelhantes ao da terra. Esta em que vivemos animando o corpo carnal é falsa por que, ele, o corpo a qualquer momento pode sofrer um colapso e parar de andar, cair morto. Veja, o detalhe que indica a vida terrena como coisa, efemera, de pouca duração e falsa. A vida de um recem-nascido pode durar um minuto, quinze ou trinta dias. Morta a criança nesse espaço de tempo o que vivenciou? O que aprendeu? Compare-a com um homem morto aos oitenta ou cem anos. Este tem uma formidavel bagagem de experiências. Quem leva vantagem? O carater falso, efêmero da vida está nisso. Na morte. Por isso que ela não é real. A vida é um composto de formas geométricas que desaparecem de momento a momento, principalmente as formas vivas e com movimentos proprios. As formas terrenas desaparecem porque trazem consigo os elementos de sua morte. Quando a forma morre a imagem desaparece, ou melhor passa a viver na mente de cada um, até esse tambem desaparecer pelo mesmo processo. Então vemos que teu pai agora vive uma situação real que pode durar uma eternidade e tua viverás a mesma situação tão logo se extíngua em ti a vida do teu elemento de relação terrena. O corpo não tem outra utilidade que não seja a de relação, comunicação e criação. Somente serve para isso e sair desse traçado é inventar o supérfulo, coisas de certa forma descabidas que maltratam-nos e nos impedem de usufruir uma relação fraterna, segura e duradoura . Na dimensão dos espíritos, nada do que lá existe esta sujeito a ação do tempo. Nada tem a ação corrosiva e desagregadora. Nada sofre a ação do desgaste, da exaustão, porque não é materia agregada, composta por átomos que possuem as propriedades de desimantarem-se separandos-se. e de desaparecerem na poeira revolta dos cometas passeando pelo cosmos. O espirito é uma poderosa imagem para nós, para o nosso modo de raciocinar, de ve-lo como tal. Mas lá entre eles são exatamente como nós aqui, vivenciando atributos qualidades e virtudes próprias. O fato de o corpo físico morrer não os melhora e nem piora. Continuarão os mesmo fazendo as coisas que sempre gostaram de fazer. Na forma de amar ou de odiar, de sentir raciocinar e falar. Repetirão os momentos mais felizes e se recusarão a bisar os infortúnios, as decepções, os desencantos. Torno a dizer. tudo é rigorosamente igual tirante o fenômeno da morte. 28.04.2009


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O EFISEMA VAI COMER TEU PULMÃO E O CARCINOMA LINFÁTICO VAI
CORROER TUA GARGANTA

SE TU NÃO DEIXOU DE FUMAR É QUE ÉS FRACO E COVARDE PARA LUTAR CONTRA O VICIO QUE TE MATA TODOS OS DIAS, UM POUQUINHO A CADA HORA.

O CIGARRO CONTÉM:
ACETONA(removedor de esmaltes); TEREBENTINA (diluente de tinta a óleo); FORMOL (conservante de cadaver); AMONIA (Desinfetante para pisos e azulejos); NAFTALINA(veneno para matar traças e baratas); FÓSFORO P4/P6 (componentes de raticida) A fumaça do cigarro contem radioatividade além de provocar alterações prejudicias ao sistema nervoso central (SNC). Depois dessa informação, se não deixar de fumar, é por que, é fraco, covarde, e pusilâmine não merece ser chamado de Homem!

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A MORTE TE MATA E TU REENCARNA

Esse é o fato mais auspicioso desse processo migratório entre duas dimensões. Tu paras de viver, e o ritual imposto pela ignorância e pelo interesse comercial, te metem dentro de um um esquife e te colocam na hermética urna funerária de um cemitério sofisticadíssimo. Tua mãe passou por isso e tu sofreu uma agonia interminável. Quantas horas passaste junto do seu caixão mortuário até levarem-na para lá, onde a sepultaram diante dos teus olhos lacrimosos. Transido pela dor se quer te lembrasse de pensar nesse fenômeno que a tua igreja, superlativa como uma formula de terror para, atravez dela,materializar o eden dos justos, convenientemente e intencionalmente pregado, exaustivamente, até convencer os pobres de espirito que ela, a sua igreja está certa. Todos os crentes de todas as igrejas, quando a vida parar para eles, serão banquetes dos vermes que carregam e se constituem a flora intestinal de cada um. A morte chega sem aviso prévio e te pegará sentado, dormindo, trabalhando, no volante do carro, ou passeando pela rua. Não tem potentado ou miserável que lhe escape e geralmente ninguem se preparou para a viagem. Desde milênios que as igrejas assustam os vivos com a morte. Não explicam o que é, e o que faz quando sopra sobre o escolhido seu hálito gelado. As igrejas costumam falar e pregar o que não conhecem e teorizam dando a entender possuir profundos conhecimentos sobre o paraiso, e o pintam com as impressionantes cores de uma imaginação rica de fantasias absurdas. Nenhum profeta da antiguidade, nem um vidente da modernidade viu ou verá as belezas edênicas por que suas imperfeições morais e espirituais não o permitiram, não ol permitem. Tudo em torno é mera criação imaginosa inventada pelo uso de instrumentos e ferramentas imperfeitas do espírito imperfeito, mau, pecador e submetido a um regime de expiação dessas imperfeições. Dante Aligheri definiu com criatividade rica, abundante o Purgatório e o Inferno mas titubeou e sentiu-se impotente para falar das belezasa do Paraiso, e nem poderia posto que, nunca esteve lá, ao contrário do purgatorio e do inferno que deveriam ser seus velhos conhecidos nas milenárias vidas em que experimentou-se. A morte nada tem de misterioso ou assustador, a não ser pelo terrível impacto causado pelas grandes tragédias e os impressionantes e fatais acidentes envolvendo muitas pessoas, A visão deles cria um quadro psíquico grave para quem os vê causando até alterações na psiquê motora, prejudicando gravemente a anatomia do cérebro. A fora isso ela em sí, a morte em si, traz alívios a sofrimentos de longa duração, libertando o espírito dos processos de corrosão do organismo por um cancer de atuação violentamente terminal. Os índivíduos vitimados pela doença de Alzheimer ou de Parkson cessam seus sofrimentos quando a mão benévola da morte lhes toca libertando-os, ao mesmo tempo que tira, dos ombros daqueles que lhes dispensavam cuidados, o pesado fardo da responsabilidade e do sofrimento moral. A morte é impressionante para os pais que não se preparam para perder os filhos, crendo que não serão atingidos por ela, como se fossem protegidos do Senhor das suas crenças. E quando a tragédia lhes alcança se desesperam e amaldiçoam Deus por ter lhes roubado a juventude, a beleza e a inteligência do filho querido ou da filha amada. A morte impressiona pelo aparato, pela pompa, pelos círios acesos, pelo fenecer das flores, pelo cheiro do verníz ou da laca fresca do caixão, pelo silêncio compungido onde os soluços e o pranto velado parecem aumentar ferindo e fazendo doer a sensibilidade dos presentes ao féretro. Subtraiam esse aparato e tereis uma despedida simples, menos chocante, menos dolorosa. Modifiquem-se o ambiente fúnebre. Descontraiam-se conversando sobre as qualidades e os feitos positivos do morto ouvindo, como uma moldura espiritual, a música preferida daquele que em vida foi alegre, operoso, fraterno e realizador. A morte não é o que as igrejas mostram. Ela é o caminho pelo qual se transitará para outras situações parecidas com a terrena e onde nos veremos face a face com nossos feitos, frente a frente com nossos amigos ou inimigos porque tudo é um consenso só, plasmado em nosso inconsciente. 02.05.2oo9
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PENSAMENTO E VONTADE
Quanto mais conheço a estrutura de uma célula mais me convenço de que elas são agentes de relação entre a dimensão imponderável e a dimensão física. Não criam nada. são apenas veículos pelos quais transitarão outra moléculas que comporão, em determinado momento, organismos progressivamente materializaveis e em crescimento contínuo. A Lei de atração e reação regula as relações entre essas células. Esse fenômeno permite que se organizem em órgãos e em obdiência ao mapa genético sob o controle de individuos da dimensão imponderável. Estes são especializados em ciências biológicas cujos conhecimentos foram adquiridos em muitas existências aplicadas ao estudo e conhecimento absoluto dessas relações. Uma existência não basta para se adquirir o conhecimento total das áreas científicas. E os biólogos, químicos e fisiologistas, para conjugarem seus conhecimentos na elaboração do corpo físico, de modo que os que estão lá possam renascer aqui, constituem equipes, grupos de estudos e nisso passam todos os anos de uma existência. O amor pelo que fazem, a dedicação, o interesse, e a renúncia pelo prazer de viver a vida, intensamente, de outro modo, os levam a compromissar-se consigo mesmo, e, sem solução de continuidade, morrem e tornam a nascer continuando o mesmo trabalho deixado anteriormente incompleto ou encaminhado para prosseguir até ao objetivo proposto. Do modo como explicamos se compreende e se descobre as razões que levam um homem a dedicar toda a sua vida ás pesquisas e estudos biológicos, encerrado em um laboratório. A Biologia é a ciencia que estuda a estrutura, a formação dos núcleos celuláres. Éla não é a causa da existência da célula, como a célula não é a causa primária da existência de si mesma. Éla é o efeito de outras causas existente no seu interior que, a seu turno, são outros tantos efeitos de uma causa absoluta e, além dela, rigorosamente, não deveria existir vida organizada mas, existe!Lemos recentemente alguns textos que atribuiam as células, inteligência. A inteligência é algo intangível, abstrata. É como o fluido eletrico que voce não vê, mas sabe que existe. Até porque um curto circuíto é o suficiente para mostra-lo agindo poderosamente negativo Essa intangibilidade não é vista Não existe microscópio. por mais poderoso, que possa captura-lo. A inteligência é o resultado de atos materiais. O uso da vontade e do pensamento um atuando sobre o outro simultaneamente, produzem imagens. Estas relacionam-se de forma a constituir uma expressão física coordenada, harmonica e ativa. A inteligencia usa essas imagens numa relação de uso e utilidade, associando umas as outras de forma a exprimir o que a mente engendrou através do pensamento e da vontade. As relações das coisas, dos objetos num quadro geométrico, é determinada pela inteligencia contida nelas , mas que é o resultado da atividade da mente, do pensamento e da vontade. Nem um objeto se move sem que a inteligência determine, muito menos haverão de expressar uma composição se não forem levados a isso pelo intelecto. Nas atividades lúdicas os dados alfabéticos não constituem palavras ou frases, tão pouco os cubos geométricos construirão castelos se uma inteligência não atuar neles. Então, da relação entre o pensamento e a vontade, nasce a inteligência pelo simples fato de o pensamento criar a imagem, a vontade materializa-la e a inteligencia a relacionar com seu uso ou utilidade. Essas manifestações das propriedades de imponderabilidade voce não encontra nas células, nem em seu conjunto. Poderá percebe-la num órgão que lhe sirva de agente de relação, percepção, e transmissão de seus impulsos eletromagnéticos, percorrendo seus neurocondutores cujos filamentos mais distantes, situam-se na periferia, na superficie da pele cobrindo o corpo humano. O pensamento e a vontade, são organismos intengíveis interligados por uma mesma relação necessária a existência da inteligência, sendo esta o somatório das infinitas experiências vivenciadas em milhares ou milhões de existências físicas onde atuou como meio de relações entre duas ou mais dimensões. Sem o corpo físico ou melhor, sem o cérebro suas manifestações são restritas, limitadas e submetidas a leis próprias regentes da dimensão imponderável. Mente, pensamento, vontade e inteligência são individualidades que se completam constituindo um ser vivo que, para viver não necessita de um corpo físico, que para se manifestar tem apenas que ativar as leis que lhe são próprias, e as substâncias constituintes da sua dimensão para a elaboração dos fenômenos de relação entre duas dimensões, uma física e a outra imponderável.
A PALAVRA COMO INSTRUMENTO DA MENTE E DA VONTADE
Para tudo existe instrumentos apropriados para definir a forma, quer seja física ou mental. O buril para o escultor ou a caneta para o escritor quando não, evidentemente a maquina de escrever ou o computador. Porém, em qualquer uma das situações o material para a elaboração do que pretende a mente é físico. Esse será o efeito da causa residente na mente, na vontade e na inteligência. Existem extraordinárias diferenças entre a fala e a escrita. Numa existe a criação e o improviso, na outra a criatividade sem o concurso da palavra física, com quanto ela exista, tal qual é, escrita na mente, elaborada pela vontade e definida pela inteligência. Antes a palavra não existia. A descoberta dos vocábulos ou seja, a materialização da palavra foi obra da inteligência. Conhecidos os primeiros sons articulados, num primeiro momento, pelos animais por aqueles primitivos bíbedes com a conformação física no caminho para a formação da humanidade, a necessidade de se compreenderem os forçou a conjunção do gesto á palavra. Juntaram-se dois movimentos articulados para definirem a forma e, de imediato, dando-lhe nome. O hábito repetitivo de citar com um mesmo som, plasmando o mesmo gesto, consolidou a descoberta da palavra. A continuidade desse exercicio oral por muitos indivíduos de um mesmo grupo étnico, antropomorfológico, os tornou diferentes em relação a outros grupos separados por distâncias imensas e impossibilitados de se comunicarem. A necessidade de buscar o entendimento e a compreensão dos sons que emitiam os levaram a buscar, primeiramente, a entender aqueles articulados pelos animais. A observação do comportamento físico do animal, no momento em que articula o poderoso som soprado e aspirado pela garganta e sincronizado ao urro determinou uma certa semelhança com o bípede observador. Os dois emtiam sons semelhantes quando, movidos pela fome, buscavam a caça. Claro que a potência do som se diferenciava mas o sentido oculto no modo como urravam os identificavam como indivíduos na busca da mesa coisa, do mesmo objetivo: a caça. No cérebro de um de outro a imagem do animal a ser predado era a mesma porem a definição para esse animal diferia porque, um apenas via uma imagem que a fome, ou necessidade de sobreviver o tornava forma viva, opulentamente física. O outro via a forma enquadrando-se na imagem mental elaborada pelo cérebro e determinada pela mesma fome e necessidade de sobrevivância. Morta a caça a forma predada harmoniza-se com o instinto da fome e da saciedade e daí para a frente toda a vez que eram acossados pela fome, de imediato, plasmava-se na mente do animal predador e do bípede, a imagem da caça lhes estimulando as glândulas endócrinas na emulação de susbtâncias que tornavam-nos aptos a busca do alimento. Nesse confronto os sons emitidos variavam, desde o ataque a presa até ao momento de abatê-la e quando rasgavam-lhes a carne ainda quente triturando-a entre os poderosos dentes. No indivíduo bípede seriam resmungos de satisfação, na fera. grunhidos Essa relação de sons e atos entre an imais no ataque e em fuga, seriam assimilados pela mente do homem e pelo cérebro do animal. Centenas de vezes se repetiriam tornando-se parte do sub-consciente do animal em elaboração tal como no homem. Os sons seriam a manifestação inconsciente de um estado físico solicitando a reposição de substâncias perdidas pela inanição. Na floresta, as vozes dos nimais dizem coisas, manifestam, das suas disposições físicas, as urgências e premências de suas necessidades. O animal ferido. Uma fêmea no cio. Um outro lutando na defesa do seu territorio, todos emitem sons diferentes que o animal bipede foi catalogando na mente e buscando meios para defini-los como forma inteligente de manifestação. O som e ação sincronizados ligavam imágens definidas na mente humana como se fossem palavras, e por isso querendo exprimir o que lhes passava no cérebro, sulcavam riscos numa superficie irregular materializando imagens mentais definindo a ação predadora sincronizada. Os sulcos rupestres foram as primeiras palavras traduzidas pela mente humana contando das relações existentes entre o homem e o animal. O cotidiano do bíbede é uma sucessão de ações semelhantes as quais eles passaram a nominar para identifica-los. As sequências interligando os atos passaram, a ser reconhecidas tornando-se parte integrante de si, das ações realizadas e comunicadas aos outros atravez de gestos e palavras articuladas na tentativa de torna-las comprensíveis aos demais.






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